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segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Semana de combate à Leishmaniose Visceral Canina tem manifesto nas redes sociais




Com a hashtag #NãoMateTrate, ARCA Brasil e Brasileish mobilizam redes  sociais para salvar a vida de cães. A ação alerta a população sobre o direito que as pessoas têm de tratar seus cães com Leishmaniose Visceral Canina e não condená-los à eutanásia



Como o dia 10 de agosto é o Dia Nacional de Combate à Leishmaniose Visceral Canina, a segunda semana do mês ficou conhecida como a Semana de Combate à LVC. Para se ter ideia, a doença afeta mais de 3.500 pessoas por ano no Brasil. Para cada humano afetado, a estimativa é que haja 200 cães infectados, segundo o Ministério da Saúde.

Para preservar a vida dos animais, que antes tinham que ser sacrificados, a ARCA Brasil - Associação Humanitária de Proteção e Bem-Estar Animal e o Brasileish - Grupo Brasileiro de Estudos sobre Leishmaniose Canina, estão divulgando o manifesto “Não Mate, Trate”, que tem como objetivo alertar a população de que, após muita espera, o tratamento da doença foi aprovado pelos Ministérios da Saúde e da Agricultura. Agora, lutar pela vida dos cães é um direito.

“Como a aprovação do tratamento é recente, tutores e veterinários têm dúvida sobre o assunto, ou simplesmente desconhecem esta alternativa. Infelizmente, ainda há muitos profissionais que indicam a eutanásia, já que esse era o procedimento padrão até recentemente. As pessoas precisam saber que o tratamento existe e que ele é uma escolha a ser feita pelos tutores”, afirma Marco Ciampi, presidente da ARCA Brasil.

Para dar força ao tema, foi publicado nas redes sociais o vídeo “Os cães de nossa vida”, que mostra as histórias reais de cães que tiveram a opção de serem tratados por seus tutores. Confira em https://goo.gl/f4dPmU. O manifesto também está mobilizando artistas e influenciadores que estão compartilhando a #NãoMateTrate em suas redes sociais.


Tratamento é opção!

Até janeiro deste ano, o procedimento preconizado pelas autoridades para cães diagnosticados com Leishmaniose era a eutanásia, sob a alegação de que eles fazem parte do ciclo epidemiológico da doença, que é transmitida pelo mosquito-palha, e de que não haviam evidências científicas que garantissem a redução da infectividade dos animais tratados.

O tratamento com Milteforan, único medicamento aprovado pelos Ministérios da Saúde e da Agricultura no Brasil, possibilita a melhora clínica dos animais, garantindo assim melhora na qualidade de vida dos cães, redução significativa da carga parasitária e, consequentemente, promove o bloqueio e/ou redução do risco de transmissão da doença.

“Estamos falando de uma doença crônica e muito agressiva, então é preciso que os tutores assumam a responsabilidade pelo tratamento”, explica o veterinário Fábio Nogueira, um dos fundadores do Brasileish. “A guarda responsável é muito importante, pois o tratamento dura toda a vida do cão, necessitando de acompanhamento constante do veterinário.”





Um comentário:

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