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sexta-feira, 28 de julho de 2017

Leite materno não tem substituto até seis meses de vida, salienta especialista



Esqueça as sopinhas, papas de frutas, caldo de feijão e demais alimentos líquidos, sólidos e pastosos. Até os seis meses de vida, o bebê só deve consumir leite materno, alimento que não tem substituto em termos de ganhos para a saúde e desenvolvimento do recém-nascido, enfatiza Valdmário Rodrigues Júnior, médico ginecologista e obstetra, assessor da presidência da Central Nacional Unimed. De 1º a 8 de agosto se comemora a Semana Mundial da Amamentação.

"Após os seis meses outros alimentos podem ser introduzidos, mas o ideal é que a amamentação continue por mais tempo, o que ajuda a prevenir uma série de doenças e proporciona todos os nutrientes e sais minerais que o bebê necessita nesta fase da vida", salienta. Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, o recomendado é amamentar até, pelo menos, os dois anos de idade.

O médico ressalta que os benefícios não se restringem ao recém-nascido.
Nesta fase a mãe também fica mais protegida contra os cânceres de mama e de ovário, doenças cardiovasculares e diabetes. O aleitamento materno também ajuda a reduzir o peso da mãe e na recuperação do útero pós-gravidez.






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