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quinta-feira, 4 de maio de 2017

A renovação de uma economia em cem dias



Sem dúvida, o governo de Donald Trump à frente da presidência dos Estados Unidos é marcado por polêmicas e protestos dos mais variados tipos. Desde parlamentares a grupos de organizações sem fins lucrativos, há sempre um núcleo que se opõe a suas “iniciativas”. A que mais chamou atenção foi em relação a sua política de imigração, que vem sendo anunciada antes mesmo da sua candidatura.

Ele fechou as fronteiras e passou a mandar de volta quem estava ilegal. Quem tem greencard mas pertence a pais ligado ao terrorismo, teve o seu direto a permanência negado. A princípio, falou-se que o governo iria expulsar somente aqueles que possuíam fichas criminais, mas quem estava acompanhando essas pessoas também foram detidas, culminando em uma série de prisões e deportações em massa. Hoje, o número de pessoas que retornam é histórico.

E essa conduta não irá, e nem deve, parar. Esse grupo compete diretamente com quem está nos Estados Unidos de forma legal e principalmente com o jovem americano, que almeja um emprego estável para iniciar seus planos. O objetivo claro desta medida é construir uma pátria forte e justa para os contribuintes que possam colaborar, de forma efetiva, para o seu crescimento.

Infelizmente, não vemos essa mesma conscientização no Brasil, o que já seria uma mudança favorável para aqueles que sofrem com uma das maiores cargas tributárias. O projeto de lei de migração número 2.516/15 foi aprovado no começo de mês de abril pelo plenário da Câmara dos Deputados.

O dispositivo versa sobre os direitos e deveres do imigrante e do visitante, regula a sua entrada e estada no país e estabelece princípios e diretrizes sobre as políticas públicas. Entre os princípios está a garantia ao imigrante da condição de igualdade com os nacionais, a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade e o acesso aos serviços públicos de saúde e educação, bem como registro da documentação que permite ingresso no mercado de trabalho e direito à previdência social e a permissão de exercer cargo, emprego e função pública.

Isso, sem dúvida, coloca o brasil na vanguarda os direitos humanos, mas a que custo? Basta analisarmos o alto índice de desemprego, péssimas condições de serviço público de educação, um déficit de moradia batendo na casa dos 6,2 milhões, segundo dados do IBGE, sem falar na saúde, políticas de incentivo ao esporte, cultura e laser onde todos os setores são corrompidos. Dentro desde cenário caótico, como abrir fronteiras e atender a todos? Se nem a lição de casa estamos fazendo? Como que o brasileiro vai sustentar essa demanda?

Com o slogan make america great again, faça a américa grande novamente, ele adotou uma estratégia agressiva e inteligente. Não vou entrar na questão se tudo o que ele faz é certo ou não, mas todos já sentem a economia crescendo. E muito. Emprestar para o político o que há muito tempo já faz na vida de empresário, fazer a coisa acontecer, tem sido excelente para a economia americana. E ainda faz.

As movimentações financeiras de Trump têm garantido aos bancos um panorama estável. O crédito está cada vez mais acessível e a possibilidade de financiamentos e credito são imensa, o que é ótimo para quem deseja empreender.

Passou a atrair investidores estrangeiros, oferendo facilidades, aumentando a taxa de juros, o que gera interesse em investimento, segurança jurídica nos contratos, fruto das mudanças na legislação para facilitar as negociações. Na etapa seguinte, praticamente jogou os impostos no chão reduzindo até 70%. Alguns foram cortados em 1/3, o que significa uma entrada significativa de dinheiro, resultando em mais pessoas trabalhando, empregos garantidos, gerando consumo e garantindo impostos em outros pontos, que acabam reportando para os cofres públicos.

Não há mais as cotas de cortes de isenção como existe no Brasil. Todos pagam e recebem os mesmos benefícios para custear as despesas com filhos, manutenção entre outros milhares de itens que envolvem o dia a dia de uma família, resultando um em equilíbrio nas contas.

Entre todas essas medidas visam o incentivo às economia e o gasto dos americanos. Passou a construir para o mercado americano e para quem está legal. Como consequência, vai aumentar a renda per capita e o PIB, resultando em uma melhor condição de vida, o que já está muito claro para quem está nos EUA.

Outro ponto que merece destaque: a indústria bélica americana, que é a maior do mundo. Com um economia sólida, fronteiras fechadas, crescimento de todos os setores, o país entra na guerra, o que vai injetar ainda mais dinheiro com a venda de armamento permitindo uma grande captação de recurso nos próximos dois anos. Em cem dias, o presidente Trump conseguiu criar uma estrutura como se fosse uma grande empresa, para que agora, seja possível captar dinheiro.





Daniel Toledo - O profissional é graduado em direito pela Universidade Paulista. Possui especialização em International Business and Global Law pelo Eckerd College - St Petersburg e em tributação no mercado financeiro, pela FGV São Paulo, LLM em mercado Financeiro e de Capitais pelo IBMEC e LLM em Health Law pela Southern University of Illinois. Fez doutorado em Direito Constitucional pela UNITA, e participou de diversos cursos promovidos pela OAB e CAASP, voltados para direito comercial e societário. Atualmente, é sócio da Toledo and Associates, Law Firm desde 2003 e sócio fundador da Loyalty Miami. A fonte pode comentar e explicar sobre a obtenção dos seguintes vistos: L1 - E2 - H1B - EB-1 - EB-5– O – R – J – K. Foi o único advogado brasileiro indicado ao prêmio Lawyers of Distinction

Loyalty




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